sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Influência espiritual e depressão

O irmão que está deprimido precisa orar e vigiar sempre.

Os espíritos influenciam no nosso ânimo mais do que podemos imaginar, mas eles não tem poder suficiente para causar nenhum trauma físico ou até mesmo psicológico, diretamente, em nós.

Se eles estão conseguindo é porque, de alguma forma, permitimos.

Se estamos desconectados com a luz, os obsessores certamente encontrarão as portas abertas para vampirizar a nossa energia até ficarmos sem qualquer força para reagir.

A vida é uma dádiva que devemos agradecer sempre. Deus é maravilhoso e toda dificuldade que nos é colocada na vida serve de aprendizado. Mas, para isso, precisamos de ânimo para seguir em frente e nos conectarmos sempre com boas vibrações, dessa forma cortamos qualquer possibilidade de influência de espíritos que nos tirem energia.

Para isso vale nos apoiarmos em tudo de bom que estiver ao nosso redor: Família, amigos, profissionais da saúde mental e buscar centros ou grupos espiritas que possam contribuir significativamente para a nossa saída fosso da depressão.

Muita paz!

Feu Teles

domingo, 24 de julho de 2016


Que Deus permita sempre o necessário, de modo que nosso espírito não desvirtue em pensamentos e ações.

Muita gratidão por todas as oportunidades concedidas. 

Um dia de muita paz!

Feu Teles

sábado, 19 de setembro de 2015

Não desanime!

Aprenda a começar e a recomeçar.

Não se deixe arrastar pela indiferença: se caiu, levante-se e recomece.
Não desanime jamais!

Talvez chegue ao fim da luta cheio de cicatrizes, mas estas se transformarão em luzes, diante do Pai Todo-Compassivo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Nomes de Santos Católicos nos Centros Espíritas




Abaixo, trecho do livro "Por que Sou Espírita", de Américo Domingos, em que o autor responde as acusações feitas ao Espiritismo pelo D. Estevão Bittencourt no livro "Porque não sou Espírita":
" Quanto ao Espiritismo , ' às vezes, se revestir de capa católica, adotando nomes de santos para seus centros e louvando Jesus Cristo', devo informar ao prezado irmão sacerdote que um santo, embora tenha tido atuação no Romanismo, não é privilégio apenas dos católicos, representa uma fonte de luz para toda a Humanidade. Para um espírita, o santo é um missionário de luz, tendo tido ou não uma crença católica. O que faz alguém ser 'santo' é ter alcançado um elevado grau de espiritualidade. Conforme o Mestre ensinou a respeito dos eleitos, o santo exatamente se caracteriza pela prática desinteressada do amor para com todas as criaturas. Será que o prelado considera o 'santo' propriedade da Igreja Católica? Será que o santo, como criatura espiritual de grande expressão, só exerce a fraternidade para os católicos? A resposta é negativa, já que o próprio Jesus não faz diferença entre as pessoas e, conforme foi comentado, anteriormente, o Mestre não se refere a nenhuma crença religiosa, por ocasião do sermão profético, quando fala a respeito dos 'eleitos'. É muito boa a abordagem a respeito desses benfeitores espirituais, pois sabe-se que o fenômeno mediúnico foi marcante na vida dos iluminados irmãos, canonizados pela Igreja. Cito a seguir alguns exemplos a respeito do assunto, compulsados do excelente livro 'Mediunidade dos Santos', de autoria de Clovis Tavares, publicado pelo Instituto de Difusão Espírita, de Araras-São Paulo:
1 - Santa Teresa Galani possuía a mediunidade da vidência; 2 - Santa Margarida Alacoque era dotada da mediunidade da vidência e da audiência. 3 - São Pedro de Alcântara era portador da faculdade mediúnica da cura, premonição e levitação. 4 - Santa Margarida de Cortona exercia a mediunidade da vidência. 5 - São João Crisostomos tinha o dom da psicografia. 6 - São Pedro de Alcântara dominava a premonição,a levitação e a cura mediúnica; 7 - Santa Gemma Galgani apresentava a vidência; 8 - Santa Catarina Laboure tinha a posse da audiência; 9 - Santa Tereza D'Avila desempenhava a vidência; 10 - Santa Brigida era uma médium que levava a efeito a vidência, a audiência, a psicografia, a levitação, a premonição e a cura; 11 - Santa Clara de Montefalco punha em ação a vidência, o desdobramento ou a projeção da consciência, xenoglossia (falar línguas estrangeiras desconhecidas ao médium), premonição e curas; 12 - Dom Bosco foi um médium, principalmente, de efeitos físicos. Praticava também a vidência, a premonição e a cura; 13 - São João Batista Maria Vianney (Cura D'Ars) se distinguiu pela mediunidade da cura e da vidência; 14 - São Eucarpio, São Trofimo, Santa Joana D'Arc, São Francisco de Assis professavam a audiência; 15 - Santo Afonso de Ligorio era versado de audiência e na bilocação; 16 - Santo Antonio de Pádua, além da bilocação, exercitava-se na premonição e na cura; 17 - Santa Catarina de Genova possuía a vidência; 18 - Santa Catarina de Siena exercia a audiência e a cura; 19 - São Bento foi um 'expert' na levitação.
Conclui-se que os denominados Santos eram pessoas dotadas de função mediúnica. Seus dons paranormais são perfeitamente observados e estudados pela Doutrina Espírita, constatando-se nenhum fato miraculoso ou inexplicável. É perfeitamente plausível afirmar, então, que os homens canonizados pelo Catolicismo estão muito mais ligados ao Espiritismo do que a qualquer religião, inclusive a católica. Como espíritos evoluídos, fazem parte da grande falange crística dirigida pelo próprio Jesus. Assim como a Doutrina codificada por Allan Kardec representa 'O Consolador prometido pelo Cristo': 'Vos ensinará todas as coisas e vos lembrará tudo o que vos tenho dito' (João 14:26), e certo que os queridos irmãos, santificados pela Igreja continuam trabalhando espiritualmente para o bem da Humanidade. O Mestre disse que 'O Consolador não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido' (João 16:13). Representa, então, uma falange de mensageiros espirituais, que, sob a ordem de Jesus, ('O Pai enviará em meu nome' - João 14:26), virão ensinar o que o Cristo disse que a Humanidade de sua época não podia suportar (João 16:12). Em 'O Livro dos Espíritos' (questão 625), Allan Kardec perguntou a Espiritualidade: 'Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e de modelo?' A resposta foi incisiva: 'Jesus'. Na resposta da pergunta 627, ressalto a seguinte afirmação dos Arautos do Consolador: 'Estamos incumbidos de preparar o reino do bem que Jesus anunciou'. É lógico, portanto, assegurar que as Entidades santificadas pela Igreja, fazem parte das falanges espirituais, cuja presença entre nós reafirmam as palavras do Mestre: 'Não vos deixarei órfãos...' (João 4:18) O Codificador do Espiritismo, na elaboração da Doutrina Espírita, recebeu ajuda considerável de vários espíritos, laureados pelo Vaticano, como São Luis, Santo Agostinho, São João Evangelista, São Vicente de Paulo, São Paulo, São Francisco Xavier, Cura de Ars e outros. Portanto, não há, para o seguidor de Kardec, constrangimento em homenagear os locais onde pratica o amor ensinado e exemplificado pelo Cristo, com os nomes daqueles que são verdadeiros seareiros do bem, chefiando as falanges responsáveis pela implantação do Evangelho na Terra. Quanto a louvar o Cristo, o Mestre é realmente o exemplo a ser seguido pelos homens. Allan Kardec disse que 'Jesus constituiu o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos tem aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.' ('O Livro dos Espíritos, comentário da resposta da questão 625). Também deve se ressaltar que o Espiritismo é religião da fé raciocinada e ensina que 'Fora da Caridade Não Há Salvação'. A obra básica da Doutrina, 'O Livro dos Espíritos', começa pela definição de Deus e termina com o estudo das leis morais. Num apanhado de todos os livros básicos do Espiritismo, pode-se dizer: 'O Espiritismo vem confirmar as verdades fundamentais da Religião. Respeita todas as crenças: um de seus efeitos é incutir sentimentos religiosos nos que não possuem, fortalecê-los nos que os tenham vacilantes. Vem opor um dique a difusão da incredulidade. Longe de negar ou destruir o Evangelho, vem, ao contrário, confirmar, explicar e desenvolver, pelas novas leis da natureza, que revela, tudo o quanto Cristo disse e fez. O Espiritismo não vem destruir os fatos religiosos, porem sancioná-los, dando-lhes uma explicação racional. Por tudo isso, posso dizer que um católico pode vir a ser espírita. Afinal, eu mesmo fui católico e deixei de sê-lo. Hoje sou espírita e me ufano disso. Minha religião não é calcada no medo. Responde a todos os meus anseios e perquirições. Não impõe uma fé dogmática, contraditória, punitiva, ameaçando as pessoas com penas e sofrimentos irremissíveis. Estuda o Evangelho em espírito e em verdade, sem se prender a 'letra que mata'. Na minha crença, não há hierarquia religiosa, existe liberdade de pensamento. Não se embala alguém com promessas e mentiras. Não possui sacerdócio, nem liturgia, nem símbolos. O espírita não adora imagens, não usa vestes especiais, não utiliza rituais. Segue o ensinamento de Jesus: 'dá de graça o que de graça recebeste', sem auferir, portanto, rendimentos monetários. A Doutrina Espírita redivive o Cristianismo primitivo em toda a pureza dos tempos apostólicos. Tem como princípios básicos: 1 - A crença em Deus, definido como 'inteligência suprema, causa primária de todas as coisas'; 2 - A evolução ou progresso dos seres e dos mundos; 3 - A Reencarnação, permitindo a evolução, através de varias oportunidades de renascimento na carne e decifrando todos os enigmas, refletindo a justiça de um Pai que é AMOR. 4 - A sobrevivência do espírito, imortal, preexistindo ao corpo somático e sobrevivendo ao mesmo. 5 - A comunicação entre o Mundo Espiritual e o Físico, estudando as leis que regem esse intercâmbio e proporcionando o recebimento de ensinos por parte dos Espíritos Superiores, como também o consolo para os que ficaram na Terra, chorando a perda de seus entes queridos.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Passe e mediunidade


1 – Usa-se, com freqüência, no meio espírita, o termo “médium passista”. Todo passista é médium?

O passe magnético não é um ato mediúnico. Trata-se de uma transfusão de energia magnética, algo semelhante à transfusão de sangue. Não é preciso uma condição especial para doar sangue. Apenas que o doador seja saudável. O mesmo acontece com o passe. Qualquer pessoa pode aplicá-lo, desde que conheça a técnica e se submeta às disciplinas que lhe são inerentes.

2 – Não há a intervenção dos Espíritos, na aplicação do passe?
Eles colaboram, oferecendo algo de seu próprio magnetismo, que se casa ao do passista, mas não ocorre o transe que caracteriza a manifestação mediúnica.

3 – Fala-se em “magnetismo animal” e “magnetismo espiritual”. Qual a diferença?
Magnetismo animal ou humano seria o do próprio passista. Magnetismo espiritual seria o dos Espíritos que colaboram no processo. Considera-se que o magnetismo animal seria mais apropriado para problemas físicos, envolvendo enfermidades diversas. Daí a convocação de companheiros de boa vontade, dispostos à doação, nesse serviço. O magnetismo espiritual seria dos Espíritos desencarnados, destinado a problemas psíquicos. Consideremos, entretanto, que o passista é um Espírito, reencarnado. Portanto, ao aplicar o passe, ele também fornece o magnetismo espiritual.

4 – Jesus era um passista?
Sem dúvida. Tinha plena domínio sobre o assunto, e um potencial magnético inigualável. Daí os prodígios que operava. Ele afirmava que tudo o que fazia, poderemos fazer. Estamos longe de seus poderes, mas, com boa vontade, dedicação e pureza de sentimentos, estenderemos benefícios a muita gente.

5 – A eficiência do passe magnético depende da capacidade do passista?
Depende muito mais da receptividade do paciente. Na câmara de passes, onde é feita a aplicação de magnetismo, há um ambiente vibratório coletivo, formado pela contribuição de todos os passistas. Não há, portanto, por que imaginar que este ou aquele colaborador é mais eficiente. O fator preponderante é a postura do paciente, sua fé e o empenho de renovação.

6 – Isso também acontecia com Jesus?
O Mestre deixou isso bem claro, em duas expressões que usava com freqüência. A primeira: “tua fé te salvou”. Nem todos eram curados. Havia uma condição essencial: a fé, a certeza de que haveria o benefício da cura. Não se tratava de premiar os fervorosos, mas, apenas atender aos imperativos da sintonia. Quem acreditava, sintonizava com Jesus e podia ser beneficiado. A outra expressão: “vai e não peques mais, para que não te suceda pior”, significa que os nossos males estão subordinados ao comportamento. Portanto, é preciso que estejamos dispostos a mudar, superando nossas mazelas. Caso contrário, eles sempre recrudescerão.

7 – O passe magnético seria, então, um tratamento de superfície?
Exatamente. Cuida dos efeitos. As causas de nossos males somente nós poderemos remover, com a famosa reforma íntima, à luz dos princípios de Jesus. É por essa razão que a aplicação de passes, no Centro Espírita, deve ser sempre precedida de palestras doutrinárias, oferecendo às pessoas que procuram o benefício desse abençoado serviço os esclarecimentos necessários.

8 – E se a pessoa tem muita fé, acredita no passe, mas não está disposta à renovação?
Com o tempo o passe deixará de surtir efeito. André Luiz diz que os mentores espirituais são condescendentes. Ajudam por dez vezes, quando nos submetemos ao tratamento magnético, aliviando nossos padecimentos. Depois disso, se continuamos acomodados, suspendem o amparo e deixam a Dor usar de seus rigores para nos convencer de que é preciso mudar.
Livro Mediunidade, Tudo o que você precisa saber.

Autor: Richard Simonetti

sábado, 31 de janeiro de 2015

Mediuns Passistas



Pondera-se, por vezes, que a aplicação de passes exige que o homem possua determinadas qualidades inatas, chegando-se mesmo a confundi-las com a mediunidade curativa ou com o conhecimento de certas e determinadas "orações secretas"
Assim, nem todos poderiam ministrá-lo.
Essas afirmações trazem uma verdade e um engano ao mesmo tempo.
O engano está na restrição que se queira criar, selecionando aqueles que não possuam dons especiais para ser passistas. Na realidade qualquer pessoa sadia, em princípio, pode aplicá-lo e o aplica mesmo inconscientemente já que os Mentores Divinos, na sua tarefa de amparo, nem sempre podem aguardar a perfeição do intermediário que se lhes oferece para só então exercer sua bênção regenerativa.
A verdade está em que o conhecimento do mecanismo do passe e o aprimoramento moral e espiritual do homem facultam mais eficácia nos seus efeitos, criando condições básicas no paciente.
Num sentido geral, ninguém recebe uma graça ou um acréscimo especial da Misericórdia Divina para ser aqui na Terra, um passista comum. E no mesmo sentido, ninguém, para essa atividade normal, traz missão especialíssima.
Por isso é que, mesmo sem nunca tê-lo praticado, qualquer um de nós, que repletemos o coração de confiança nos Planos Celestes e sustentemos pensamentos de amor e humildade, pode ensaiar as primeiras experiências de transmitir essa maravilhosa força de saúde e harmonia em favor de nossos semelhantes. E o fato de não nos julgarmos dignos ou possuídos de suficientes conhecimentos não nos exime de submeter os nossos semelhantes à ação de nossos pensamentos. E esse envolvimento natural é uma das fases embrionárias em que desenvolvemos nossa vontade e que nos conduzirá, um dia, à condição de passistas espontâneos e generosos, tão logo nos empreguemos na conquista do Bem.
Para nos qualificarmos como bons servidores do passe, precisamos muito esforço, muita vontade ativa, muita disciplina para irmos adquirindo certas condições mínimas, para sua aplicação.